Autor: Ruy Carlos de Camargo Vieira.

Páginas: 66 coloridas

Vestígios da Revelação Bíblica nas Raízes Linguística

 

 

Em ocasiões diversas o Autor teve oportunidade de pesquisar em dicionários etimológicos a origem de numerosas palavras utilizadas no texto bíblico. Na maior parte das vezes, suas investigações foram direcionadas para a compreensão mais profunda dos significados de palavras que com o correr do tempo foram sendo modificadas, passando incrivelmente até a manter significados opostos.
No estudo sistemático da Bíblia através de lições semanais, em conjunto com grupos de pessoas que também, por sua curiosidade e interesse, o incentivaram a proceder incursões nesse vasto campo da etimologia de palavras usuais no texto bíblico – campo este ainda pouco explorado no âmbito de nossa língua – o Autor coletou dados que julgou interessante apresentar na forma deste opúsculo.

Em línguas como o Inglês, é frequente se deparar com publicações que, com a mesma preocupação, apresentam considerações não sobre a etimologia, mas sobre os significados que palavras hebraicas utilizadas no texto bíblico apresentam na língua inglesa. É claro que não seria exequível uma publicação que procurasse ligar etimologicamente palavras inglesas a palavras hebraicas, de maneira abrangente.

Entretanto, sendo o Português uma língua neo-latina, torna-se perfeitamente exeqüível, e proveitoso, correlacionar palavras portuguesas com palavras latinas, na procura da compreensão mais profunda dos seus significados. E, em se tratando do texto bíblico, evidentemente a versão da Bíblia em Latim a ser utilizada não poderia deixar de ser a Vulgata.

Quanto às versões em Português, dentro do extenso leque de possibilidades existentes, decidiu-se escolher em primeiro lugar evidentemente uma tradução da Vulgata (comumente usada nos meios católicos) outra versão mais atual, também muito aceita nos meios católicos (a chamada “Bíblia de Jerusalém”), uma “tradução ecumênica” recomendada pela Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros e pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, e uma tradução publicada pela Sociedade Bíblica do Brasil, amplamente usada por numerosas denominações evangélicas.

Desta forma, pode-se ter uma visão mais abrangente do significado do texto
bíblico referente ao capítulo 1 do livro de Gênesis, que trata dos seis dias da Semana da Criação.

Esta é mais uma iniciativa da Sociedade Criacionista Brasileira, em seu trabalho de divulgação do Criacionismo em nosso País.