CONDIÇÕES CLIMÁTICAS E LONGEVIDADE
NÚMERO 8 – SETEMBRO 2000 / MARÇO DE 2001 – ANO 30
SUPLEMENTO DA FOLHA CRIACIONISTA NÚMERO 63/64

 

O ARCO-ÍRIS

Na fotografia abaixo visualiza-se um arco-íris bem desenvolvido, podendo-se distinguir a cor vermelha na parte exterior, seguida do alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta, à medida que se caminha para a sua parte interior.

“Porei nas nuvens o meu arco; será por sinal da aliança entre Mim e a Terra”. (Gênesis 9:13)

Os dizeres deste versículo não deixam de ser interessantes, em conexão com o relato que se encontra em Gênesis 2:6 – “uma neblina subia da terra e regava toda a superfície do solo”. O aparecimento do arco-íris logo após o dilúvio (“porei nas nuvens o Meu arco”), como algo que aparentemente constituía uma novidade, é indicativo, assim, de que alguma significativa transformação deveria ter ocorrido nas condições climáticas do planeta.

A formação do arco-íris, do ponto de vista da Física, é um fenômeno resultante de duas refrações e uma reflexão interna da luz do Sol ao passar pelas partículas de água existentes na troposfera. Ele é visualizado, como uma imagem virtual, pelo observador colocado de costas para o Sol, e de frente para a região onde as partículas de água se localizam – “… o arco estará nas nuvens …” (Gênesis 9:16).

Os dois esquemas abaixo ilustram a maneira pela qual um raio de luz é refratado e refletido internamente a uma gotícula esférica, tanto no caso de formação do arco principal, como na do arco secundário (este nem sempre suficientemente visível, como por exemplo na fotografia mostrada acima). O observador, de costas para o Sol, vê a luz branca solar decomposta em suas cores pelo efeito devido aos diferentes índices de refração dos vários comprimentos de onda, desde o vermelho até o violeta. Note-se que seqüência das cores no arco secundário é oposta à do arco principal.

Arco principal

 

 

Arco secundário

     

 PARTE 4